Como ganhar eficiência em seus modelos com a utilização de templates

No competitivo ambiente de negócios atual, quem faz melhor e mais rápido prevalece.

É exatamente esse o objetivo da tecnologia de templates: proporcionar uma ferramenta já avaliada e confirmada como eficiente, que pode ser usada para montar modelos complexos muito mais rápido.

E com uma vantagem adicional: pode ser utilizada por não especialistas em modelagem.Como todo o trabalho de modelagem já foi feito por um especialista, o usuário não precisa necessariamente saber como o código foi construído, basta saber utilizar o próprio template.

A denominação “Template” é dada para os conjuntos de ferramentas de modelagem do Arena. As ferramentas Basic Process, Advanced Process e Advanced Transfer, por exemplo, são templates. Mas estes são templates de “propósito geral”, ou seja, não são especializados em nenhum tipo de processo, entretanto são flexíveis o suficiente para modelar qualquer sistema.

Nesta relação entre flexibilidade vs. facilidade de uso é que reside a força dos templates especializados. Quando se torna mais especializado, o template fica mais fácil de usar, apesar de ser menos flexível, ou seja, não modela adequadamente outros tipos de sistema. Esse último aspecto não chega a ser uma desvantagem, já que uma empresa que produz autopeças não irá certamente precisar de um template que simule movimentação ferroviária, por exemplo.

Além de vir com código de modelagem testado e aprovado, cada objeto do template pode ser acompanhado de elementos de animação, e provê uma interface com o usuário bastante amigável, fazendo perguntas relacionadas ao negócio em questão, e não detalhes técnicos de modelagem. Exemplo:

Entretanto, é necessário que se invista um certo esforço em seu desenvolvimento. Esforço esse que será muitas vezes recompensado a cada vez que o template for usado.

O processo de construção do template requer um profissional hábil em modelagem, e com conhecimento sobre a área de negócios para a qual ele será desenvolvido. Também é necessária uma versão do Arena Professional. Seu desenvolvimento envolve os seguintes passos:

• Estudo do sistema a ser representado e do nível de detalhe que se deseja alcançar;

• Isolar os elementos mais relevantes do sistema e seus subsistemas. A ideia é que cada um destes subsistemas se torne um objeto do template;

• Análise do relacionamento entre os objetos: que tipo de informação é trocada entre os subsistemas ? Quais delas devem ser consideradas pelo template ?

• Modelagem dos objetos. Essa modelagem é feita normalmente, com os templates gerais do Arena, e cada pequeno modelo deve ter seu comportamento testado e confirmado como correto;

• Criação de interface com o usuário. Nesta interface, são feitas as perguntas relativas ao sistema a ser simulado, que se convertem em informações para o modelo.

Com o template pronto, basta um rápido treino do usuário final para que este inicie a criação de modelos. Como todo o código lógico e a terminologia típica de modelagem (variáveis, atributos, etc.) ficou “embutida” no objeto, o usuário não precisa ter conhecimento dela para usar a ferramenta de forma adequada.

A literatura científica registra várias aplicações de templates usando Arena, nas mais variadas áreas de negócio (Pater 1997, Hooghiemstra 1998, Baker 1997, Ruiter 2000, Arons 2004, Treadwell 2005, Vieira 2004).

A PARAGON tem continuamente investido no desenvolvimento desse conceito, e já implantou a tecnologia dos templates em projetos de sucesso como:

• Vale ( Modelagem Sistema de Beneficiamento de Bauxita);

• Petrobras Argentina (Modelagem da Cadeia de Suprimentos das Refinarias da Petrobras);

• MRS ( Modelagem da malha), entre outras.

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