FIAT - Transportadores aéreos de chassis
Automotivo
A aplicação do modelo de simulação proporcionou maior segurança na organização do encerramento, minimizando fortemente as perdas de chassi devido à permanência em áreas críticas. O software ARENA foi implantado com o projeto.
Instalada em Betim (MG), desde 1976, a Fiat Automóveis opera atualmente em três turnos com ritmo de produção diária superior a 3.000 carros.
Com investimentos na ordem de R$ 5 bilhões até 2010, a Fiat Automóveis prepara-se para consolidar uma capacidade de produção de 800 mil veículos por ano, o que a torna uma das maiores fábricas de automóveis do mundo.
Em 2007, o faturamento da Fiat foi de R$ 22,7 bilhões, 39,6% maior que o obtido no ano anterior, refletindo o maior volume de vendas no mercado brasileiro. A maior empresa do Grupo Fiat no Brasil fechou o ano com 607.598 veículos emplacados. Já as exportações atingiram cerca de 102.609 unidades.
A pintura dos chassis é realizada dentro de um galpão onde se estendem mais de 8 Km de transportadores aéreos. Estes transportadores carregam os chassis, percorrendo todas as etapas do processo de pintura, desde o pré-tratamento até a seleção da cor e acabamento.
A cada final de expediente ou parada de produção, é realizado um processo complexo de encerramento da linha, ao término do qual nenhum chassi pode permanecer dentro dos banhos de produtos químicos ou fornos durante muito tempo, sob pena de danos permanentes e conseqüente perda do chassi.
Proporcionar um meio seguro de testar o encerramento da linha de pintura para várias combinações de produção e turnos, de modo a prever possíveis problemas ou limitações, além de testar medidas corretivas.
Devido à grande complexidade da linha, decidiu-se por construir um modelo de simulação capaz de representa-la em sua totalidade. O modelo foi elaborado com o software ARENA, e resultou na criação de um “template” FIAT (conjunto de ferramentas para modelagem) especial para atender a este estudo, possibilitando modelagem detalhada.
A aplicação do modelo de simulação proporcionou maior segurança na organização do encerramento, minimizando fortemente as perdas de chassi devido à permanência em áreas críticas. O software ARENA foi implantado com o projeto.
